Enquanto Emmanuel Macron se “preocupa” com a Amazônia do Brasil, militares franceses ameaçam governo com intervenção…

Monique, mãe de Henry, muda versão sobre a noite em que o menino morreu, e afirma ter sido drogada pelo Jairinho…
26 de abril de 2021
UNIFUNEC firma acordo com Hospital de Ilha Solteira para que alunos do curso de medicina façam estágio na instituição…
29 de abril de 2021

Enquanto Emmanuel Macron se “preocupa” com a Amazônia do Brasil, militares franceses ameaçam governo com intervenção…

O presidente da França Emmanuel Macron não perde uma oportunidade para tentar “defender” a Amazônia e atacar o governo brasileiro. Enquanto isso, a imprensa francesa questionou na última terça-feira, 27/04, se a líder de extrema direita Marine Le Pen, candidata à eleição presidencial de 2022, voltou a manifestar apoio a uma carta aberta de 1.200 militares da reserva, incluindo 24 generais. No texto, publicado na semana passada pela revista ultraconservadora Valleurs Actuelles, os oficiais acenam com uma intervenção caso o presidente Emmanuel Macron não aja para “erradicar os perigos” que estariam levando o país à desintegração e ao declínio. A iniciativa do texto partiu do capitão Jean-Pierre Fabre Bernadac, de 70 anos, que abandonou o uniforme em 1987 e depois se converteu em agente de segurança de um grupo de luxo, observa o jornal liberal L’Opinion. A publicação destacou em sua manchete: “Exército e extrema direita: militares da reserva sonham com uma insurreição”. O documento foi publicado no dia em que o “Golpe dos generais” de 21 de abril de 1961, também chamado de “Golpe de Argel”, completou 60 anos. Na época, um grupo de militares, liderados por quatro generais, tentou dar um golpe de Estado contra o então presidente Charles de Gaulle por ele ter decidido abrir mão da colonização da Argélia.

A carta, que recebeu o apoio da presidenciável Marine Le Pen, diz textualmente: “Estamos prontos para apoiar políticas que levem em consideração a salvaguarda da nação. Por outro lado, se nada for feito, a frouxidão continuará a se espalhar inexoravelmente na sociedade, acabando por causar uma explosão e a intervenção de nossos companheiros ativos em uma missão perigosa para proteger nossos valores civilizacionais.” Em suma, as Forças Armadas se engajariam contra a “desintegração” do país para a “erradicação dos perigos” que o ameaçam, como o “islamismo, as hordas dos subúrbios, um certo antirracismo”, prossegue o texto. A carta também defende “os franceses de coletes amarelos que expressam seu desespero”. Ministra das Forças Armadas defende punição aos assinantes da carta A ministra das Forças Armadas, Florence Parly, defende sanções contra os militares que desrespeitaram o dever de reserva, incluindo os vinte generais signatários do documento. Ela se refere à iniciativa como “irresponsável” e defende também a punição dos soldados ativos que aderiram ao manifesto. “Pedi ao chefe do Estado-Maior que aplicasse as regras que estão previstas no estatuto dos militares, ou seja, as sanções”, disse a ministra em entrevista à rádio France Info. (Fonte: Uol – Fotos: Google Images/Reprodução/Divulgação).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *