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OMS faz recomendações para fim do confinamento: “Ao menos mais duas semanas”, mas alguns países agem contra…

A OMS – Organização Mundial da Saúde, disse nesta quarta-feira, 15/04, que os países que aliviam as restrições impostas para combater a disseminação do novo coronavírus devem esperar pelo menos mais duas semanas para mensurar o impacto de tais mudanças antes de mudar as regras. Em sua mais recente atualização da estratégia, a agência das Nações Unidas disse que o mundo está em um “momento crucial” da pandemia e que a “velocidade, escala e equidade devem ser nossos princípios de orientação” quando for decidir quais medidas necessárias. Todo país deve implementar medidas abrangentes de saúde pública para manter um estado estável sustentável de baixo nível ou nenhuma transmissão e preparar sua capacidade de reação para controlar rapidamente qualquer disseminação e aumento de casos.
Alguns dos países mais atingidos pelo vírus estão agora considerando suspender os bloqueios e iniciar a transição para a retomada da vida normal. A atualização da OMS diz que essas medidas devem ser tomadas gradualmente, com tempo para avaliar seu impacto antes que novas medidas sejam tomadas. “Para reduzir o risco de novos surtos, as medidas devem ser levantadas de maneira gradual, com base em uma avaliação dos riscos epidemiológicos e dos benefícios socioeconômicos, relaxando as restrições em diferentes locais de trabalho, instituições educacionais e atividades sociais” afirmou a OMS em nota. Idealmente, haveria um mínimo de duas semanas (correspondendo ao período de incubação da Covid-19) entre cada fase da transição, para permitir tempo suficiente para entender o risco de novos surtos e responder adequadamente. A OMS alertou que o “risco de reintrodução e ressurgimento da doença continuará”. A organização global de saúde com sede em Genebra emitiu seu parecer no momento em que foi criticada pelos Estados Unidos por sua resposta inicial à pandemia. O presidente Donald Trump disse na terça-feira, 14/04, que Washington, o maior doador da OMS, suspenderá o financiamento à entidade. A China começou a suspender algumas das mais severas restrições impostas à província de Hubei, onde a doença surgiu pela primeira vez no final do ano passado. Nos Estados Unidos, que tem o maior número de casos e mortes confirmados, Trump brigou com alguns governadores estaduais sobre quem tem autoridade para começar a reabrir negócios nos EUA. Os países europeus iniciaram escala com pequenas medidas para reduzir bloqueios severos. Algumas empresas espanholas, incluindo construção e de manufaturados,  foram autorizadas a retomar as atividades, embora lojas, bares e espaços públicos continuam fechados até pelo menos 26 de abril. A Itália, que tem o segundo maior número de mortos no mundo (21.067), manteve algumas restrições rígidas de movimento, enquanto a Dinamarca, um dos primeiros países europeus a se fechar, reabrirá creches e escolas para crianças da primeira à quinta série na próxima quarta-feira, 22/04. (Fonte: Yahoo Notícias – Foto: Google Images/Reprodução/Divulgação).

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